domingo, 16 de março de 2008

Uma breve história da música no Brasil

A música do Brasil se formou, principalmente, a partir da fusão de elementos europeus e africanos, trazidos respectivamente por colonizadores portugueses e escravos.
Até o
século XIX Portugal foi a porta de entrada para a maior parte das influências que construíram a música brasileira, clássica e popular, introduzindo a maioria do instrumental, o sistema harmônico, a literatura musical e boa parcela das formas musicais cultivadas no país ao longo dos séculos, ainda que diversos destes elementos não fosse de origem portuguesa, mas genericamente européia. A maior contribuição do elemento africano foi a diversidade rítmica e algumas danças e instrumentos, que tiveram um papel maior no desenvolvimento da música popular e folclórica, florescendo especialmente a partir do século XX. O indígena praticamente não deixou traços seus na corrente principal, salvo em alguns gêneros do folclore, sendo em sua maioria um participante passivo nas imposições da cultura colonizadora.
Ja com grande participação negra, a música popular desde fins do século XVIII começou a dar sinais de formação de uma sonoridade caracteristicamente brasileira. Na música clássica, contudo, aquela diversidade de elementos se apresentou até tardiamente numa feição bastante indiferenciada, acompanhando de perto - dentro das possibilidades técnicas locais, bastante modestas se comparadas com os grandes centros europeus ou como os do
México e do Peru - o que acontecia na Europa e em grau menor na América espanhola em cada período, e um caráter especificamente brasileiro na produção nacional só se tornaria nítido após a grande síntese realizada por Villa Lobos, já em meados do século XX...

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Música Gospel


Temos aprendido que para tocar na casa de Deus, um simples conhecimento da arte de tocar ou cantar não é suficiente. Como posso ministrar a Deus se não tenho amor por vidas, compaixão pelos perdidos, uma chamada ardente, por conquistar as nações por herança para o Grande Yeshua? Jesus disse: "... Ide e fazei discípulos..." (Mt 28.19,20) Para ser um músico ungido, não basta conhecer a arte, é necessário dar o fruto que Deus espera de cada um de nós, discípulos de Jesus. A ordem é para todos. Não acreditamos em uma adoração descomprometida com: ganhar vidas, consolidá-las, discipulá-las e enviá-las. A visão também está responsabilizada aos músicos que ministram na Casa do Senhor, pois quando nos reunimos como igreja, a atmosfera do culto a Deus muda se, verdadeiramente, estamos cumprindo sua chamada "ganhar almas". O que apresentamos a Deus como oferta de louvor é resultado de uma vida intensa de dedicação a Ele e sua obra. Músico ganha almas, gera frutos para Deus. Na visão, ninguém está isento dessa chamada, que não é fardo, mas agrada o coração do Pai.
Prs. Gilmar Britto e Ana Márcia Souza - MIR

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

KoЯn

E ai galerinha firmeza!? Com agent ta tudo blz!
Hoje eu e meu grupo vamos iniciar nossos trabalhos com chave de ouro, vou postar pra vcs um artigo sobre uma banda mtooo foda!

KoЯn

História
Os Korn tem as suas origens no começo dos anos 1990, mais concretamente em 1992, em Bakersfield, uma pequena cidade árida ao oeste do "Vale da Morte (Death Valley)". Na adolescência, o baterista David Silveria, o guitarrista Munky e o baixista Fieldy tocam nos L.A.P.D.. Logo depois de gravar um disco com um vocalista provisório a banda acaba. Eles não conseguem ficar separados por muito tempo, voltando como Creep já com o guitarrista Head como membro definitivo.

Em 1993, quando Munky e Head estavam de saída de um bar, ouviram a voz de Jonathan Davis, que cantava pela banda SexArt, então ficaram impressionados tanto pelos talentos vocais quanto pela sua atitude insana e decidiram ficar até o final do concerto para então convidarem Jonathan a entrar na banda.

Jonathan chegou a titubear pois não estava certo sobre a decisão de entrar para o grupo, então ele consultou uma cartomante antes de aceitar o convite, pois a mesma alertou-o que estaria sendo estúpido se não aceitasse. Dito isso, Jonathan integrou a banda e os Korn estavam formados.

Com a entrada de Jonathan o som do grupo ganha uma atmosfera mais sombria, misturando elementos de música pesada, pós-punk, rock industrial e uma levada de funk estado-unidense, com letras que relatam experiências autobiográficas do vocalista, atingindo em cheio a juventude desiludida com as mentiras políticas, violência e a hipocrisia da sociedade contemporânea.

Além das letras realistas de Jonathan, a banda destacava-se pelo uso de guitarras de sete cordas (ao invés das tradicionais de seis), dando uma tonalidade mais grave às melodias devido também às baixas afinações. Fieldy também não se contenta com quatro cordas no seu baixo, adicionando mais uma ao instrumento além de se destacar devido à sua abordagem percussiva do instrumento, que muitas vezes pode ser confundido com as levadas de bateria.

Em 1996, o Korn faz história na Internet, sendo a primeira banda a promover um programa de rádio interativo on line. A intenção é lançar o segundo álbum, Life Is Peachy. Nessa época eles já contavam com uma legião de dois milhões de fãs, além de turnês cada vez maiores e uma crescente presença na mídia, junto à bandas da mesma gravadora, a holandesa RoadRunner Records.

Mais uma coisa inusitada acontece, quando um menino de 14 anos com uma doença terminal, pede para encontrar a banda por alguns minutos através da Make a Wish Foundation. A banda fica chocada, mas atende o pedido do menino, e o visitam por dias, isso mais tarde viria a se tornar a canção que leva o nome do menino, Justin.


Korn: o álbum de estreia
Em 1994, os Korn lançam o seu primeiro álbum: Korn. Na altura, chegou às lojas como ilustre desconhecido, mas actualmente é considerado um marco pois lançou as bases do nu metal, um das ramificações do rock mais difundidas no final dos anos 1990 e início do século XXI. Deste álbum, podemos enumerar "Blind", "Clown", "Faget" e "Shoots and Ladders" tendo este último single sido nomeado para um Grammy de 1997 na categoria de Melhor Desempenho de Metal. As vendas do álbum chegaram à dupla platina (dois milhões de álbuns vendidos) o que é uma excelente marca para um álbum de estreia. No final de 1995 a banda reúne-se novamente nos estúdios para gravar o seu novo álbum.


Life Is Peachy
Em 1996 chega às lojas o segundo álbum de originais dos Korn: Life is Peachy. Este foi um sucesso e chegou mesmo ao terceiro lugar nas listas de vendas nos Estados Unidos, atingindo ainda assim a dupla platina. Os singles mais importantes foram "A.D.I.D.A.S.", "Good God", "Twist" e "No Place To Hide", este último é nomeado para um Grammy de 1998 também na categoria de Melhor Desempenho de Metal. A banda passa por um duro revés na parte final da turnê por motivos de doença do guitarrista Munky. Deste modo, começam mais cedo a gravar o seu próximo LP, denominado mais tarde Follow The Leader.


Follow The Leader
Em 1998, os Korn atingem o auge ao lançarem Follow The Leader. Este álbum é um êxito instantâneo e sem precedentes: chega ao primeiro lugar nas paradas de vendas dos Estados Unidos e atinge a quíntupla platina (cinco milhões de álbuns vendidos nos EUA), e 8 milhões em todo o mundo. "Got The Life" torna-se um dos grandes hits de 1998 e 1999 nas rádios estado-unidenses e "Freak on a Leash" ganha prémios e ovações por onde quer que passe, pois além da canção arrebatadora e da inovação de videoclipe (que foi pioneiro na apresentação do efeito bullet time, popularizado posteriormente no filme Matrix) conta com um desenrolar soberbo de animação assinado por Todd McFarlane, criador do personagem de quadrinhos Spawn. Nos VMA de 1999, "Freak on a Leash"” venceu duas categorias entre as nove nomeações possíveis, sendo um dos vencedores do evento naquele ano. Ainda nesse ano a MTV nomeia o videoclipe como o 30º melhor de sempre enquanto que a VH1 considera-o como o 22º melhor de sempre. Já em 2000, a canção ganhou um Grammy para Melhor Videoclipe e ainda foi nomeado para Melhor Desempenho de Hard Rock. Os Korn criaram a sua própria editora, a Elementree Records (que trabalha com bandas como o Orgy) tendo conseguido um disco de ouro. Mas é também aos Korn que, nesta altura, descobrem a que vem mais tarde a ser a banda mais influente do nu metal, os Limp Bizkit. Mas querendo mais, os Korn lançam-se para o quarto álbum de originais.


Issues
Em 1999, os Korn lançam Issues, o mais trabalhado álbum do grupo. Chega imediatamente ao primeiro lugar nos topos de vendas e atinge a tripla platina (três milhões de álbuns). Os singles foram "Make Me Bad", "Falling Away From Me" e "Somebody Someone". "Falling Away From Me" é nomeado para os VMA de 2000 na categoria de Melhor Videoclipe de Rock. Com este álbum, a banda vê uma vez mais recompensado o seu trabalho ao ser considerado o 53º Melhor Artista de Hard Rock de Sempre, pela VH1. No final de 2000, a banda é obrigada a cancelar alguns concertos devido a uma lesão muscular do baterista David Silveria.


Untouchables
O álbum mais polémico sai apenas em 2002. Originalmente preparado para ser lançado a meio de 2001, este álbum teve vários adiamentos, primeiro porque não estava pronto para sair nas lojas e, depois, porque a banda quis só lançá-lo quando David Silveria tivesse recuperado da lesão. Neste álbum, os Korn misturaram o som tradicional do grupo com a electrónica, e, quando Untouchables chegou às lojas, ficou-se apenas pelo segundo lugar nos topos de vendas e atingiu apenas a platina (um milhão de álbuns), demonstrando uma menor aceitação por parte dos fãs a este novo som. Deste álbum, podemos enumerar "Here To Stay", "Thoughtless" e "Alone I Break". "Here To Stay" foi nomeado para os VMA de 2002 na categoria de Melhor Videoclipe de Rock e ainda venceu um Grammy de 2003 na categoria de Melhor Desempenho de Metal. A banda, no final de 2002, teve que cancelar alguns concertos devido a problemas de voz com Jonathan Davis.


Take a Look In The Mirror
O sexto álbum de originais dos Korn, Take a Look in The Mirror, é lançado no final de 2003. O álbum atinge a platina e o melhor que conseguiu foi o nono lugar nos topos. É o álbum que confirma o descalabro dos Korn a nível de vendas. Apenas os concertos mantém uma afluência idêntica à do auge, em 1998. Deste álbum é retirado "Right Now", um vídeo de tal maneira violento que é banido da MTV, "Did My Time", trilha sonora do filme Tomb Raider: o Berço da Vida, "Everything I’ve Known" e "Y’all Want a Single", cujo videoclipe critica a indústria musical dos Estados Unidos. "Did My Time" é nomeado para um Grammy de 2004 na categoria de Melhor Desempenho de Metal. A tournê deste álbum marca por ter sido a última vez que a banda se apresentou em Portugal com os membros originais, a 9 de Junho de 2004 no Super Bock Super Rock desse mesmo ano. Ainda nesse ano, chegou-se a pensar no fim dos Korn devido ao mau resultado, a nível de vendas, do Take a Look in The Mirror.


Greatest Hits Vol.1
No final de 2004, os Korn lançaram a sua primeira colectânea: Greatest Hits Volume 1. Neste álbum, além de quase todos os grandes hits da banda, incluiu-se duas covers, "Word Up" de Cameo e "Another Brick in The Wall" dos Pink Floyd, e ainda uma versão remisturada de "Freak on a Leash". Este álbum atingiu o quarto lugar de vendas nos Estados Unidos, atingindo um ano depois a marca do milhão de exemplares vendidos. Em Fevereiro de 2005, os Korn anunciaram a saída de Brian “Head” Welch, não por tradicionais divergências mas porque este quer seguir mais activamente a sua religião, o Cristianismo, e já não se identifica com a música dos Korn.


See You On The Other Side
No Verão deste mesmo ano, os Korn assinam um contrato com a editora Virgin Records, tendo lançado o novo disco, See You On The Other Side, a 6 de Dezembro de 2005. Entrou em terceiro nos topos dos Estados Unidos e em quatro semanas conseguiram vender 500 mil cópias. Deste álbum já saiu o single "Twisted Transistor", o maior sucesso a nível de singles dos Korn até hoje (atingiu o 3º lugar no top Modern Rock). O segundo single deste álbum, cujo videoclipe saiu em Março de 2006, foi "Coming Undone". É uma canção mais pesada que "Twisted Transistor", tendo uma batida bastante similar a "We Will Rock You" dos Queen.

O álbum já vendeu cerca de 2 milhões de cópias em todo o mundo, e chegou à platina nos E.U.A. a 16 de Março. Também conseguiu manter-se no Top 100 da tabela Billboard 200 durante 34 semanas seguidas vendendo mais de 1,3 milhões de discos, o que também mostra o aumento de vendas em relação ao Take a Look in the Mirror, que movimentou nos Estados Unidos somente 1,1 milhões de cópias. A tournê mundial realizada para promover o disco teve bastante sucesso, com receitas de $6.4 milhões, atingindo o 47º posto no Top 100 de Receitas de Concertos de 2006, organizado pela Pollstar.

A 6 de Maio, os Korn ganharam um MTV Asia Video Music Award na categoria de "Vídeo preferido" com o primeiro single do See You on the Other Side, "Twisted Transistor", derrotando os Green Day, Kanye West, My Chemical Romance e Franz Ferdinand. A banda também tocou o single vencedor ao vivo durante o espectáculo.


Untitled
Após finalizada a digressão para promover o último trabalho, os Korn voltaram ao estúdio para gravar o que é até hoje o álbum mais experimental da banda. Lançado sem qualquer título oficial (segundo Davis, devem ser os fãs a dar o nome ao álbum), Untitled tem um som mais próximo do metal industrial, a lembrar Nine Inch Nails. Entrou directo para o segundo lugar nos tops de vendas dos EUA. O primeiro single do álbum é Evolution.

Este álbum fica marcado pelo facto de ser o primeiro, e até agora o único, que não tem qualquer contribuição do baterista original David Silveria. Assim, para as gravações de estúdio participaram no seu lugar Terry Bozzio, Brooks Wackerman dos Bad Religion, e o próprio vocalista Jonathan D
avis (já não fazia qualquer percussão desde Issues, em 1999). Entretanto, as performances ao vivo, pelo menos na turnê de Verão de 2007, ficaram a cargo do reconhecido baterista dos Slipknot, Joey Jordison।
(Winkpedia)


E pra fexar melhor ainda vou postar um video que para os fãns de Korn (como eu) é classico!!Valew galera até mais...


seus idolos

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Ecletikus é um blog para todos aqueles usuários que queiram discutir estilos musicais e fazer amigos। O ecletikus como próprio nome já diz é um site no qual o respeito vem como principio, para que todos tenham liberdade de expressar seu estilo e dar opiniões. No nosso blog procuramos conhecer e discutir os ritmos que estiveram, estão e estarão na mídia.

*** O nome “Ecletikus” com k e u no final define a nossa cara e a cara do blog que tem como público alvo aqueles que são eternamente jovens ***